A imigração sírio-libanesa merece um capítulo próprio entre as peças que compõem o multifacetado diagrama cultural brasileiro. Desse casamento arranjado — fruto da crise econômica e política pela qual passava o Oriente Médio no início do século passado — nasceu a maior diáspora árabe do mundo.

Minuciosa pesquisa jornalística e reportagem de primeira ordem, Brimos perfila famílias emblemáticas da política nacional, como os Boulos, os Feghali, os Haddad, os Kassab, os Maluf e os Temer, e dá espaço às vozes daqueles familiares que permaneceram em seus países de origem.

Entre os que vieram, alguns eram pequenos comerciantes e mascates. Outros chegaram com posses e diplomas universitários. Juntos, em pouco mais de cem anos, abriram caminho para a profusão de sobrenomes árabes que têm lugar cativo no noticiário nacional e papel decisivo na história recente do Brasil.

Brimos

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