A China começou seu programa de ajuda externa na década de 1950, que evoluiu com o passar do tempo de acordo com seu próprio desenvolvimento lógico. Proteger os interesses nacionais e defender o internacionalismo são dois temas paralelos que guiam os esforços de ajuda ao desenvolvimento. A China aderiu de forma consistente ao princípio de igualdade e tratamento justo na ajuda externa, e nunca usou essa ajuda para interferir em assuntos internos de outro país ou buscar privilégios políticos. Esse é o pilar para a confiança entre os países e tem ajudado a China a construir seu nome como uma das maiores potências mundiais.
Nos últimos sessenta anos, a China ofereceu sua ajuda externa para 166 países e organizações internacionais, financiando quase quatrocentos bilhões de yuans, e enviou mais de seiscentos mil trabalhadores nessas ajudas, dos quais setecentos sacrificaram suas vidas em serviço. A China ajudou com mais de dois mil projetos em mais de 120 países, nos cinco continentes, em todo o mundo. Os projetos supriram as necessidades dos países em desenvolvimento em áreas como: infraestrutura, redução da pobreza, agricultura, saúde, educação, conservação ambiental e trabalho humanitário. A principal característica da ajuda externa chinesa é sua ênfase em independência, igualdade, modéstia e pragmatismo. Isso é verdadeiro tanto no apoio à liberação e à independência econômica dos países asiáticos, africanos e latino-americanos quanto na promoção do desenvolvimento socioeconômico dos países em desenvolvimento. Sem dúvida, a China desenvolveu seu próprio modelo de ajuda externa com características chinesas.
Este livro apresenta os vários aspectos e exemplos da ajuda externa proporcionada pela China ao longo desses sessenta anos.

China e ajuda externa

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