Falta de discernimento; Ação, dito ou procedimento que revela ausência de inteligência; Asneira; Expressão ou atitude que indica indelicadeza e incivilidade; Grosseria. Estas são apenas algumas das definições para o substantivo “estupidez" nos dicionários. Tiago Pavinatto, advogado, professor e doutor em Direito, vai além: a estupidez, por se sustentar na mentira, é um fenômeno que odeia a verdade. Em "Estética da Estupidez - A Arte da Guerra Contra o Senso Comum", Pavinatto expõe o estúpido como um sujeito dual. Ele pode utilizar a estupidez para manipular seus pares ou se aproveitar dela para seguir confortável na posição de acomodado, sem curiosidade, revoltado, preconceituoso e violento. A “Estética” que o leitor tem em mãos foi realizada em plena pandemia, ainda em andamento, em condições muito agravadas, nas quais a padecemos neste país, em que a máxima estupidez detém o poder de subjugara ela a maioria, composta por enormes minorias, poder estatal aliado ao monopólio econômico, isto que aqui chegou, a bordo de caravelas, trazidas pelos ventos da modernidade então nascente.

“O livro é muito interessante e serve para refletir o momento curioso em que nos encontramos. Pavinatto mistura bom humor, ironia ácida, referências eruditas e lança catapultas sobre a Jerusalém de Brasília e seus Messias.”
LEANDRO KARNAL

Estética da Estupidez

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