Hashtags não constroem movimentos, pessoas sim. Em O propósito do poder, a cocriadora do #BlackLivesMatter Alicia Garza, reflete sobre as origens e desdobramentos da organização social.

O Black Lives Matter começou em 2013, quando Alicia Garza escreveu o que ela chamou de “uma carta de amor aos negros” no Facebook após a absolvição do homem que assassinou Trayvon Martin. “Nossas vidas importam”, escreveu ela.

Em pouco tempo, #BlackLivesMatter se tornou a hashtag mais vista e ouvida em todo o mundo. No entanto, muito antes de criar o slogan que marcaria nossa época, a autora passou duas décadas aprendendo e desaprendendo lições difíceis sobre mobilização e organização social. O propósito do poder entrelaça essas lições com a experiência de vida da autora como mulher negra que se descobre ativista social e queer.

Garza defende a importância de se abrir espaço para quem ainda está despertando para o ativismo, de forma a inspirar e mobilizar mais pessoas para a luta. Por isso é importante compreender não apenas de onde veio o Black Lives Matter, mas também as possibilidades que organizações afins trazem para o nosso futuro coletivo na construção de um dos movimentos mais importantes do nosso tempo.

“Uma carta de amor que deve ser lida em todo o mundo.” — Ibram X. Kendi, autor de Como ser antirracista

“O chamado à ação de Garza para criar um movimento sustentável maior do que hashtags e seguidores de mídias sociais é urgente e criticamente necessário.” — Time

O propósito do poder

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